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O SpeedNetworking.com.pt funciona como uma plataforma que potencia o desenvolvimento do networking empresarial. Ao participar num dos nossos eventos terá a oportunidade de ampliar a sua rede de contactos profissionais e a possibilidade de gerar novas oportunidades de negócios.

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Jornal de Negócios

TÍTULO: "Speed Dating" para gestores arranca no país
SUB-TÍTULO: Será possível fazer negócios em cinco minutos? A Big Eventos reuniu-se com a ANJE para testar.
DATA: 3 de Abril de 2008

As mesas individuais e numeradas de um a 12 estão a postos. Toalha branca, folha de anotações e duas cadeiras. Os 24 candidatos sentam-se frente a frente. Têm pouco tempo para seduzir. Cinco minutos apenas. O cronómetro arranca. Com ele, as vozes disparam e as mãos gesticulam. Carlos Gonçalves aponta para o seu DVD intitulado "Espaço Ávila". Toca a sineta. Os pretendentes trocam cartões e apertam as mãos. De imediato, mudam de lugar e reiniciam o processo de sedução, agora com outro alvo. Mais um contacto, mais uma oportunidade de negócio. O speed networking, conceito norte-americano, arrancou em força no País.

Será que funciona? Para Carlos Gonçalves funcionou. Por isso, aqui está a repetir a experiência naquele que é o segundo evento de "speed networking" organizado pela Big Eventos, em parceria com a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), entidade que cede o seu centro empresarial, na Quinta de Santa Marta, em Algés.

Recheado de cartões de apresentação, Carlos Gonçalves conquistou, por 25 euros de inscrição no evento, um negócio com uma empresa portuense e uma parceria com uma companhia lisboeta. Este pequeno empreendedor de 33 anos é director do Espaço Ávila, junto ao Saldanha, empresa que arrenda escritórios virtuais, com direito a morada física, salas para acções de formação e reuniões de trabalho. "Imagine que uma PME do Porto quer ter uma filial em Lisboa. Fica com uma morada e acesso aos nossos serviços de apoio administrativos e logísticos", explica.

Carlos Gonçalves reencontra Hélder Francisco Marques. São ambos repetentes no encontro. Nunca chegaram a partilhar a mesma mesa, mas trocaram cartões, já estabeleceram uma parceria e até parece que são amigos de longa data. Conheceram-se no intervalo do primeiro evento "speed networking", realizado no mês de Janeiro. "Houve uma certa empatia e marcámos logo uma reunião, não foi Carlos?", interroga Hélder Francisco Marques, fundador da empresa de marketing AquaBranding, que publicita o negócio da Espaço Ávila em troca dos seus serviços administrativos.

Estes parceiros tratam-se por tu, mas ambos são unânimes. "Nós, portugueses, não somos muito abertos ao "networking". Somos, por natureza, um povo fechado e desconfiado, o que gera dificuldade em estabelecer parcerias", salientam. A opinião é partilhada por Paulo Ribeiro de Lemos, o coordenador da comissão executiva da ANJE. "É dificil fazer "networking" em Portugal. Há pouco espírito de abertura e confiança".

Mais cinco minutos e um contacto
Mais cinco minutos. Miguel Moreira, responsável pela Big Eventos, volta a tocar a sineta. Trocam-se cartões, lugares e contactos. O processo de interacção continua entre os candidatos a potenciais negócios e parcerias. São, na sua maioria, jovens empreendedores do sexo masculino. "Vêm de diferentes áreas. Desde publicidade, marketing, consultoria, logística", indica Miguel Moreira. "Tentamos não colocar na mesma mesa duas pessoas de áreas semelhantes. Além disso, quando se inscrevem, os candidatos indicam os sectores de actividade com os quais preferem interagir", salienta o responsável da Big Eventos.

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